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Uma vergonha chamada PSD

por João Miguel Tavares, em 21.01.14

Hoje escrevo no Público um texto bastante zangado sobre a co-adopção. Para ler aqui.

 

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2 comentários

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De Aníbal Éter a 21.01.2014 às 10:47

Partilhava inteiramente da sua opinião sobre a disciplina de voto mas entretanto li este texto do José Mendonça da Cruz no “Corta Fitas” e fiquei a pensar novamente no assunto:

“Não, ao contrário do que diz Isabel Moreira, a «esta Assembleia» não foi outorgado um mandato sem limites ou contornos . O povo -- os eleitores -- vota em programas e práticas políticas... É o mesmo com a co-adopção, para cuja aprovação não tinham nem pedido, nem apoio, nem mandato, nem licença.

E não, ao contrário do que diz Paulo Rangel, os deputados não são livres nestas «questões de consciência». O que vale para os eleitores é, repito, o programa e a prática política do partido por que foram eleitos. A «consciência» dos deputados não vale mais do que a consciência de quem os elegeu, e a quem eles não se apresentaram individualmente, e que não os conhece nem tem que conhecer enquanto o sistema eleitoral for este.”
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De João Miguel Tavares a 21.01.2014 às 10:59

Esse é um grande argumento, caro Aníbal. Vá, por favor, ler o programa eleitoral do PSD. De seguida, compare com as medidas económicas tomadas por este governo. Não deve haver promessa eleitoral que não tenha sido terraplanada pelo governo de Passos Coelho. O argumento só é válido para a co-adopção?

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