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Evitar a glorificação de um estilo de vida

por João Miguel Tavares, em 23.01.14

N'O Insurgente, Ricardo Campelo de Magalhães tem pelo menos o grande mérito de colocar numa frase a verdadeira objecção à questão da co-adopção:

 

É simplesmente evitar a glorificação de um estilo de vida que eu, de todo, não acho de acordo com a lei natural.

 

Aleluia, aleluia. Estamos-lhe em dívida pela coragem e pela clareza.

 

Aquilo que Ricardo Campelo de Magalhães terá mais dificuldade em demonstrar é de que forma essa frase coloca o interesse superior de uma criança à frente das convicções ideológicas de um adulto.

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2 comentários

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FP1980 a 24.01.2014

Caro João Miguel Tavares

Concordo plenamente com o seu post e acrescento o seguinte:

- Sendo o argumento principal dos opositores à co-adopção a necessidade de uma criança ser criada dentro de uma família "normal" (ou seja, com um pai e uma mãe), acho estranho que não proponham a alteração da lei da adopção para proibir a adopção por pessoas singulares...

- Eu, apesar de ter 33 anos, "ainda sou do tempo" em que se estudava a Constituição na escola e convinha que mais pessoas a lessem (com especial atenção ao artigo 13º).

- O que me irrita neste tema, para além do comportamento miserável do PSD, é assistir às manobras de diversão e jogos de palavras dos opositores da co-adopção para disfarçar o facto de pretenderem manter uma situação em que as pessoas continuam a ser discriminadas em Portugal, em função das suas preferências sexuais, borrifando-se para o superior interesse das crianças...

Sem imagem de perfil

Miguel a 24.01.2014


Hoje em dia todos gostamos muito da nossa Constituição.

(Princípio da igualdade)
1. Todos os cidadãos têm a mesma dignidade social
e são iguais perante a lei.
2. Ninguém pode ser privilegiado, beneficiado, pre-judicado, privado de qualquer direito ou isento de qual-quer dever em razão de ascendência, sexo, raça, língua,
território de origem, religião, convicções políticas ou
ideológicas, instrução, situação económica, condição
social ou orientação sexual.

Partindo do princípio (pode estar errado) de que estamos a falat dos direitos das crianças, não percebo bem a ligação do assunto da co-adopção e o artigo 13º


Sas se estamos a falar dos direitos dos pares "casados", então começa a fazer sentido.

Grande abraço ao joão

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