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A vergonha do aborto gratuito

por João Miguel Tavares, em 13.02.14

No meu texto de hoje do Público falo sobre a questão do aborto e o absurdo da sua equiparação, em termos de privilégios, a uma gravidez. Para ler aqui.

 

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38 comentários

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De Sílvia a 21.08.2014 às 21:02

Não és ninguém para julgar os outros! Se queres ter filhos, não significa que os outros tb queiram! As pessoas do "Não" acham, que por serem contra, mais ninguém pode fazer! Metam-se na vossa vida. Que hipocrisia! O aborto existirá sempre, seja ele legal ou não! Então que tenham condições para o fazer quem por ele opta, independentemente do motivo. Nunca consegui concordar com as pessoas do Não! São cegonhas que metem a cabeça na areia.
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De Anónimo a 25.08.2014 às 17:10

Também nunca consegui concordar com pessoas como a senhora e, ainda assim, consigo ser educada quando a elas me dirijo. Seja de que forma for: de viva voz ou por escrito. O mesmo não acontece consigo, pela forma como respondeu ao meu comentário.

Relativamente à questão que levanta, é natural que a minha dificuldade em engravidar e a luta que tive de travar para ter os meus filhos me tenha conduzido a julgamentos morais sobre as mulheres que conheci e que receberam a nova lei do aborto com alívio porque a despenalização, lhes poupa dinheiro e dias de férias. Além disso, acho profundamente injusto que no SNS o aborto seja gratuito e os tratamentos de infertilidade não o sejam e, mais!, estão limitados a 3 por casal.

Ainda outra coisa que talvez não tenha percebido no meu comentário inicial: eu não sou uma pessoa do NÃO, como me acusa. Não deve é ter reparado que escrevi: "respeito imenso as mulheres que já tiveram e têm de o fazer porque a vida não lhes dá outra alternativa". Eu conheço uma destas mulheres e, por ela e outras como ela, sou uma pessoa do SIM. E rejeito por completo ser apelidada de hipócrita. A forma como eu entendo, questões como o aborto ou a eutanásia, são incompatíveis com com posições "100% a favor" ou "100% contra". Obviamente, admito que existam posições extremas mas não sou obrigada a aceitá-las.

Por isso, aceito a prática do aborto em determinadas circunstâncias de que me irei abster de lhe explicar porque me parece que também não estará muito interessada em percebê-las. Sabe, também me habituei ao facto de que, muitas vezes, as pessoas do SIM serem tão fundamentalistas que nem se dão ao trabalho de tentar perceber outras formas de pensar. Posso estar enganada, mas a forma como respondeu ao meu comentário inicial diz-me que não estarei muito enganada. Se estiver enganada, peço desculpa e, nesse caso, terei feito um julgamento errado, da mesma forma como o fez relativamente a mim. A única diferença é que consigo fazê-lo sem deixar de ser educada na forma como me dirijo a si.

Assim como assim, fico por aqui. Se precisar de mandar farpas, esteja à vontade. Elas passarão ao lado. Entretanto, seja feliz :)

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