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A vergonha do aborto gratuito

por João Miguel Tavares, em 13.02.14

No meu texto de hoje do Público falo sobre a questão do aborto e o absurdo da sua equiparação, em termos de privilégios, a uma gravidez. Para ler aqui.

 

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1 comentário

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De Kate Guimaraes a 13.02.2014 às 11:54

Quanto ao aborto, sou a favor da sua legalização e sou a favor da sua prática em hospitais públicos, ainda que concorde que as mulheres que abortam tenham de estar sujeitas a pagar taxas moderadoras tal como quem é operado a uma hérnia. E a baixa médica seria só dada se esta de facto tivesse sofrido alguma coisa que a impedisse de trabalhar, pelo período em que estivesse lesionada.

Porque para mim as mulheres que decidem abortar devem ser respeitadas e devem poder ter as condições mínimas para a sua opção. E porque no que toca a matar ou não uma criança, não vejo qual a diferença para outros indivíduos que maltratam a sua própria vida por falta de cuidados alimentares e físicos.

Porque é que o contribuinte terá igualmente de pagar todos os tratamentos aos diabéticos e obesos que só o são porque se empanturram de doces e gorduras e não desalapam o rabo do sofá para dar um passeio a pé? Pode não ser um potencial de vida, mas é as suas próprias vidas e sai igualmente caro.

(Se não estou em erro, os diabéticos também estão isentos de taxas moderadoras o que acho igualmente injusto para o resto da sociedade)

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