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A casa dos animais

por João Miguel Tavares, em 28.01.14

O meu texto de hoje do Público é dedicado ao maravilhoso fenómeno das praxes. Para ler aqui.

 

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15 comentários

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De Patrícia a 28.01.2014 às 17:58

Estudei em Coimbra, fui praxada e praxei. Sempre soube muito bem a diferença entre praxe e parvoíce (ao praxar e ao ser praxada). As colegas que me praxaram nunca excederam os limites do que deve ser uma simples brincadeira e foram as mesmas que me levaram a conhecer a cidade e a faculdade e me explicaram todas as regras de sobrevivência.
Na minha última noite como caloira tive uma praxe que me faz sorrir quando a recordo. Fui plantar-me às 21h à frente das escadas da Sé Velha para ver de perto a Serenata, que começava à meia-noite. Digamos que me pus a jeito... Os finalistas que ali passaram todo o dia sentados a marcar o lugar pediram à caloira que fizesse a gentileza de cantar uma canção para eles, que estavam cansados de estar ali todo o dia a cantar. Acedi com boa disposição. Fui em seguida brindada com um sonoro FRA, como forma de agradecimento.
Esta é a praxe que conheço e da qual tenho excelentes recordações. Tenho pena que haja uns quantos bandos de palermas a usar a figura da praxe para canalizar as suas frustrações e inseguranças e revelar todas as suas deficiências de formação enquanto cidadãos.

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