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A casa dos animais

por João Miguel Tavares, em 28.01.14

O meu texto de hoje do Público é dedicado ao maravilhoso fenómeno das praxes. Para ler aqui.

 

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15 comentários

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De Miguel Serra a 28.01.2014 às 13:57

O único sofrimento que senti proveniente praxe foi o facto de deixar de ser caloiro. Não sou masoquista. Não há sofrimento! Há sim "awkward situations". Devo ter sido um dos caloiros mais praxados do meu ano. Na altura, e agora, ri-me que nem um perdido. Mas há aqui uma questão. A praxe tem um código (pelo menos em Coimbra!) e ele tem de ser cumprido por todos! Isso inclui não colocar nenhum aluno em perigo, ou em situação que não se sinta confortável. Claro que quem não vivia a praxe não pode usar as insígnias (capa traçada e pasta, principalmente) e quem recusava, por achar que estava a ser "abusado" poderia enfrentar o tribunal de praxe e defender-se. A pena por não cumprir o código é não usar as insígnias da praxe, seja caloiro ou doutor! E acreditem que, para a maioria dos estudantes de Coimbra, é uma verdadeira honra viver a praxe, traçar a capa na Porta Férrea, apadrinhar os que vêm e rasgar os que vão.

Sinto que fiz coisas idiotas, mas podia ter dito não a qualquer momento, mas não tenho qualquer arrependimento (também não me esfregaram a cara com excrementos, algo que o código da praxe não permite).

Dura Praxis, Sed Praxis!

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