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Qual é a lógica, Miguel?

por João Miguel Tavares, em 23.09.14

Hoje, no Público, escrevo sobre as incoerências de Miguel Sousa Tavares a propósito do BES. Para ler aqui.

 

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Marcelo, Miguel, o BES e nós

por João Miguel Tavares, em 01.07.14

Hoje escrevo no Público sobre a importância de comentadores como Marcelo fazerem a sua declaração de interesses no caso BES. Para ler aqui.

 

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FC Porto processa Miguel Sousa Tavares

por João Miguel Tavares, em 02.04.14

Isto tem potencial para ser uma das histórias do ano: Miguel Sousa Tavares processado pelo Futebol Clube do Porto devido a um artigo de opinião publicado n'A Bola. E como se tal já não fosse suficientemente bom, o clube ainda vem pedir aos tribunais a modesta quantia de um milhão de euros.

 

Muito sinceramente, a coisa vista de fora faz tanto sentido quanto o Sport Lisboa e Benfica processar a águia Vitória por num dia azarado ter falhado a aterragem no poleiro. Contem-me mais, que eu quero saber tudo.

 

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Como assim, Miguel?

por João Miguel Tavares, em 01.12.13

Já se sabe que muita gente do mundo literato não é grande apreciadora de Miguel Sousa Tavares, por vezes até por razões injustas, mas ele às vezes facilita bastante a vida aos seus críticos. Veja-se o caso de uma resposta como esta, que encontrei numa entrevista sua à revista Somos Livros, do grupo Bertrand:

 

Permita-nos a indiscrição: que livros tem gostado de ler ultimamente?

Em tudo o resto, foi um Verão glorioso, mas, na leitura, foi um Verão desgraçado: não li nada que me enchesse as medidas e levei 12 livros de férias. Veio o Outono e continuei na mesma: livro começado, livro arrumado. Hoje mesmo, gastei uma hora numa livraria e saí de lá... com um caderno de apontamentos.

 

Ora bem, se em relação aos livros que levou para férias, e não sabendo nós quais são, podemos apenas supor que Miguel Sousa Tavares foi vítima de um grande azar ou de alguma falta de senso na hora de escolher, em relação à última frase sobre ter gasto "uma hora numa livraria" e o melhor que por lá encontrou ter sido "um caderno de apontamentos", das duas, uma: ou ele frequenta péssimas livrarias ou tem o gosto literário mais bizarro da história da leitura.

 

É que pode apontar-se muita coisa ao meio editorial português, mas as livrarias estão inundadas de livros para todos os gostos: de clássicos indiscutíveis (em novas edições e muitas vezes com novas traduções) até excelentes novidades, até porque pequenas editoras com um catálogo invejável continuam, felizmente, a existir. Há livros para todos - mas mesmo todos - os gostos.

 

Por isso, Miguel Sousa Tavares tem de ter mais cuidado com os seus tiques apocalípticos. O país está uma desgraça, sim, mas o que não falta nas livrarias, graças a Deus, são livros do caraças para nos consolar um pouco. Que ninguém nos queira tirar isso.



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