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John Maynard Galamba

por João Miguel Tavares, em 01.04.14

Hoje, no Público, dou a prometida resposta a João Galamba, e penitencio-me por nunca antes ter compreendido o keynogalambismo. Para ler aqui.

 

 

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A joão-miguel-tavarização da opinião?

por João Miguel Tavares, em 29.03.14

Hoje, no Público, João Galamba responde ao meu texto da passada terça-feira, onde ele era visado. O texto de João Galamba pode ler-se aqui. A minha resposta sairá no Público da próxima terça-feira.

 

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A reestruturação das opiniões

por João Miguel Tavares, em 25.03.14

No Público de hoje, escrevo sobre o facto de as opiniões de muitos dos subscritores do manifesto dos 74 variarem consoante os ciclos políticos. E dou o exemplo do deputado do PS João Galamba. Para ler aqui.

 

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As altas temperaturas de João Galamba

por João Miguel Tavares, em 02.01.14

Acabei de ver João Galamba à bulha com Guilherme Silva na TVI 24. Eu concordo com pouco do que Galamba diz, ele é muito agressivo a falar, parece o Zangado dos sete anões e a sua jugular está sempre entourada. Mas ele, e outros deputados da esquerda do PS parecidos com ele - por exemplo, Isabel Moreira -, têm uma grande qualidade: a sua falta de paninhos quentes dificultará que um dia sejam engolidos pelo grande centrão dos interesses que domina Portugal.

 

Estão a ver aqueles deputados do PS e do PSD que a gente vê discutir na televisão mas que sabe que após acabar o programa vão dar um abraço, contar umas piadas e, quem sabe, jantar fora e colocar aventais à sobremesa? Pelo menos, João Galamba parece não ser desses. E isso é uma qualidade inestimável. É porque aquilo que aparentemente é uma exibição saudável de civismo e boa-educação e convivência democrática, em Portugal é a maior parte das vezes apenas sintoma do Bloco Central pastoso que tanto mal nos tem feito.

 

Zangado como só ele, João Galamba ao menos divide as águas. Diz de quem não gosta (que é quase toda a gente). E é um vulcãozinho de indignação. A sua paixão socrática é-me incompreensível, como imaginam. Mas lá está: não é morno. E não ser morno, em 2014, não sendo tudo, já é alguma coisa. 

 

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