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Patético e preguiçoso me confesso

por João Miguel Tavares, em 28.10.14

No Público de hoje, tento combater a minha preguiça e patetice analisando os cortes de Pedro Passos Coelho. Para ler aqui.

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4 comentários

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De Anónimo a 29.10.2014 às 11:13

E agora quero ver o que estes excelsos colunistas e comentadores vão dizer sobre a SABOTAGEM ao CITIUS (já é oficial), já para não falar , do que brevemente saberemos do que se passou no Ministério da Educação.

Veremos se o que move esta gente é a honestidade intelectual, e a isenção, ou é mesmo a má-fé porque não gostam do homem que vem de Massamá (não pertence à Casta dos residentes da capital e frequentadores dos meios intelectualoides), ou respondem mesmo aos anseios das irmandades que mandam, põem e dispõe de tudo e todos para dar a sensação de que temos do lado de lá alguém impoluto, ungido, sei lá , livre de mácula que assegurará certamente o futuro da manada gastando o dinheiro dos outros sem que haja amanhã, como é habitual.

Mas pelos vistos nada disto move o JMT para fazer umas crónicas bem acertivas. Bastou assistir ao tom benévolo que usaram os "ministros" do "governo Sombra" sobre as cheias de Lisboa.

Andam agora entretidos a criar factos na coligação porque isso sim é o verdadeiro interesse nacional.

PAra terminar não deixo de verificar que JMT tão interessado num futuro próspero para o País, e portanto para a sua prol, não consegue ter uma palavra de apreço pel o governo e por PPC que conseguiu uma vitória no acordo energético na EUropa.

E ainda dizem que estão interessados no País.

Bullsheat!
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De M.Almeida a 28.10.2014 às 17:29

Patética começa a ser esta ideia que pessoas como JMT tentam transmitir para a Opinião pública. De que o governo é incompetente, de que o governo não sabe cortar na despesa, de que o governo nada sabe fazer.

Seria altura do JMT e da media em geral classificarem esta monumental gaffe de uma pessoa que vendem para aí como sendo o escolhido com melhores capacidades para ser PM. Está a ver-se nem um mapa do OE sabe distinguir e ainda por cima fê-lo à frente de televisões para que ouvissemos todos que ele até sabia a página do OE onde estava o dito mapa. Só que pelos vistos nem sabe que o mapa de fluxos financeiros nada tem a ver com o mapa sobre aplicação de fundos. E fez um charivari, acusando o governo disto e daquilo. Claro está todos aplaudiram e até chamaram nomes ao governo, só que me parece que Costa meteu-se com o Ministro errado, Poiares Maduro.
Agora só gostava de saber o que é que JMT chama a isto. Preguiça, patetice, incompetência? Ou nem sequer vai falar disso? Talvez, agora é hora de defender o idefensável. A tralha socrática está de volta e a incompetência e má gestão que nos levou ao precipicio, a incompetência que mostra "buracos" monumentais na CML pode estar à espreita caso não se denuncie a criatura. Mas defender o idefensável é o desporto nacional da media e do sector do comentário.

Não tenho dúvidas nenhumas que se Seguro cometesse uma gaffe destas hoje mesmo haveriamos de ter horas de emissão com especialistas a mostrar a burrice de Seguro. Mas urge defender o idenfen´savel, só porque sim. A irmandade manda.

http://expresso.sapo.pt/governo-acusa-costa-de-gafe-monumental-nos-fundos=f895523
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De Fernando Castro Lopes a 28.10.2014 às 16:09

Num país fabuloso e atópico, algures porventura acima da estratosfera, deveras autêntico na cabeça do seu governante fractal – governante de um governo muito caricaturado num proscénio mediático incrivelmente patético e sorna de um outro mundo paralelo –, a autoridade exegética da cúria dali, mormente por mester do líder putativo desse governo redentor invisível, era de que neste outro mundo simétrico e paralelo mas dentro de uma península onde curiosa e anacronicamente ainda havia jornais, rádio e televisões – coisas de antanho, claro –, diziam não ter havido alguma vez austeridade nem acreditavam que isso pudesse acontecer. (Ou então enfermavam de amnésia, que ia dar ao mesmo.) - Era lá isto admissível! Que raio de assimetria axiológica! Que estupor de crendice! Que irrealismo! - E afirmava que só mesmo num mundo físico peninsular fictício de bárbaros estouvados e alimárias desumanizadas é que não haveria estoicidade, pois um bom religador de almas tem, certamente, em vista o sacrifício dos seus pares, da sua legião, para depois os libertar. Ora, mais dizia o governante daquele feérico e masoquista país gizado na cabeça dele ou no espaço sideral, que, quanto a este mundo paralelo banhado pelos oceanos, era oficial andarem todos equivocados, estranhamente imobilizados no tempo, em 2011, padecendo todos de um entorpecimento perigosamente diabólico e deformador da verdade, patologia esquizoide que fazia a todos viverem uma existência de puerilidade irresponsável e imoral. E, para esta turba de imponderados foliões tristonhos, aconselhava o governante daquele país fantástico, recém-salvo, que melhor era os daqui – de onde me encontro – contemplarem os números, em vez dos canastros, em vez de se anicharem na cupidez carnal e fornicação, na mesquinhez e queixume das contrariedades, na pieguice da cegueira analfabeta, no intelecto obnubilado e pesaroso. Claro, o pensamento e a escrita são a fonte do mal, tal como os dentes que propiciam a fala – melhor seria arrancá-los –, e, assim, comentadores e jornalistas gingões e torpes, num mundo ideal muito idêntico ao do governante, não teriam lugar. Ainda assim, prescreveu-lhes que, depois de saberem interpretar os números – essa esotérica decifração da divindade e da realidade –, poderiam, naturalmente, deixar de ir somente com a Maria, nesse fulgor de promiscuidade pecaminosa compulsiva (embora a Maria, indo com as outras ou deixando-se levar, deixava muito poucas alternativas), passando, em ascensão, a sentar-se na plêiade dos purgados. Desta maneira, e finalmente, depois de uma apurada e duradoura meditação e examinação consequente dos números, aos que antes vomitavam verborreia pela boca e tinham astigmatismo, melhor seria vendar-lhes cautelarmente os olhos e colocar-lhes o açaime, que desta guisa deixariam, necessariamente, de conspurcar e poluir o mundo. Se, ainda assim, num arroubo violentador, transgressor, viessem a transviar-se de novo, ser-lhes-ia administrado o imposto verde na língua e a extrema-unção nos olhos, impondo-se-lhes a persignação contratualizada derradeira de voto de silêncio e que decorassem a sequência de Fibonacci, a tabuada do 2 e o argumento ontológico de Santo Anselmo, não por respeito a deus, mas por devoção à retórica e aos valores robustos, varonis desse país especular místico nas alturas, prodígio da matemática, que vendia aritmética ao desbarato somente aos iluminados, párias do executivo. Ora, os números estão em toda a parte, e talvez aquele governo do empíreo fosse a representação simbólica do iluminismo fractal, expressão especialmente percebida lá no alto, nessa espécie de gestão espartana casta e velada e compassada de ira dos mal-amados.

De facto, daqui de onde nos encontramos, ao olharmos para cima, vemos apenas nuvens, umas de rescaldo de temporal, outras, passageiras… Das ‘cirrus’ formadas a partir das de bigorna ou das ‘cirrostratus’ longínquas, nada sabemos, por causa da miopia geral, já antes ensaiada na cegueira do Saramago proscrito de Sousa Lara, que, em vendo que seguíamos evangelicamente o verbo em vez dos números, se encolerizou rogando-nos pragas bizarras.

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De Jaime Alves a 28.10.2014 às 12:45

Sim, sim, há muita gente que “anda por aí” a fazer o que o João Miguel diz: a contribuir conscientemente para o regresso uma espécie de regresso ao futuro do pântano e da bancarrota! O João Miguel é um deles, sim! Os argumentos que utiliza são espuma. De nada servirá daqui a uns anos, nas suas lamúrias futuras, se a batalha que estão a desenvolver tão empenhadamente resultar.

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