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Os cegos vêem e os coxos andam

por João Miguel Tavares, em 26.06.14

Hoje, no Público, celebro o manifesto assinado por quatro socialistas e a entrevista de João Proença ao jornal i, onde é praticado o devido acto de contrição pelo consulado de José Sócrates. Aleluia, aleluia. Já não era sem tempo. Para ler aqui.

 

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1 comentário

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De Carlos Duarte a 26.06.2014 às 15:14

João,

Como em todo o lado, não acho que se deva olhar para o PS como uma espécie de "corpo uniforme". Aliás, eu sou da opinião que os partidos só tinham a ganhar se abraçassem com naturalidade diferentes correntes internas, especialmente se as mesmas forem críticas de si mesmas (i.e. reformistas).

Um dos subscritores, Henrique Neto, sempre se colocou contra a governação socrática: mais, após uma breve e fugar passagem pela política activa (deputado de 95-99) ficou de tal forma enojado com aquilo que se dedica mais à reforma do sistema político (a partir do PS, onde milita há muito) do que à politiquice propriamente dita.

O que eu gostava de ver era o mesmo exercício a ser livremente efectuado pelos restantes partidos do chamado "arco democrático". O PSD tem alguma tradição (ainda que de faca-e-alguidar) disso, mas o CDS, por outro lado, consegue sem cegamente clubístico.

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