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O chumbo que se impunha

por João Miguel Tavares, em 20.02.14

Hoje, no Público, escrevo sobre o chumbo do Tribunal Constitucional ao referendo sobre a co-adopção. Para ler aqui.

 

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4 comentários

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De instadaily a 04.03.2014 às 23:42

Diz que "Uma imagem vale por mais que 1000 palavras".
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De Diogo Santos Cordeiro a 20.02.2014 às 18:43

E ainda bem! Uma família é o conjunto de pessoas que possuem um grau de parentesco entre si e vivem na mesma casa formando um lar. A família é considerada uma instituição responsável por promover a educação dos filhos e influenciar o comportamento dos mesmos no meio social. O papel da família no desenvolvimento de cada indivíduo é de fundamental importância. Sejam essas famílias homossexuais ou heterossexuais.

http://degraudegrau.blogspot.pt/
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De Roberto a 20.02.2014 às 17:38

Caro JMT,
Domino pouco o assunto mas fico na dúvida se o interesse em misturar a adopção e co-adopção não tem outros objetivos para além da "contaminação", tal como referiu.
Na hipótese da co-adopção ser legal mas a adopção não, o que impede uma pessoa (que mantem uma relação gay) de adoptar uma criança, como pessoa singular, e mais tarde (meses ou anos) o seu parceiro(a) pedir a co-adopção da criança? Não será isto uma forma de adopção disfarçada? Não será isto que o PSD quer evitar e por isso mistura os assuntos?
Percebo perfeitamente que, se a família já estiver constituída, co-adopção e adopção são assuntos distintos.
Já agora, sou a favor das duas questões, embora não pareça!
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De Joana a 20.02.2014 às 10:43

"...é para mim um verdadeiro conforto espiritual ver ali desmontada a vergonhosa confusão entre adopção e co-adopção por casais homossexuais que o PSD quis promover, ao mesmo tempo que são valorizadas quatro palavras que demasiada gente neste país continua a não querer perceber o que significam: interesse superior da criança."

É isso mesmo. Concordo totalmente. É um alívio ver que, pelo menos desta vez, o jogo político não venceu.

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