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O baixo preço da nossa dignidade

por João Miguel Tavares, em 18.11.14

Hoje, no Público, escrevo sobre os inconcebíveis vistos gold. Para ler aqui.

 

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1 comentário

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De Carlos Duarte a 19.11.2014 às 15:26

Caro João,

Há um bom comentário do Bruno Faria Lopes no Económico (http://economico.sapo.pt/noticias/nem-tudo-o-que-luz-e-gold_206366.html) sobre o assunto. Parece-me evidente que da residência à nacionalidade (como é o caso maltês) é um pulinho.

Eu não tenho nada contra (alguma) flexibilização das regras de residência, desde que:

a) Sejam residentes efectivos (eu vou mais longe que os 6 meses num ano e dira 9 meses efectivos de residência no ano).

b) Estejam empregados, sendo que o direito a residência caducaria com o fim do subsídio de desemprego.

c) Se comprometam, num prazo razoável (2 anos, p.ex.) a dominar de forma utilitária a língua local (i.e. sejam linguisticamente independentes para o dia-a-dia).

d) Abdiquem, por um período inicial (p.ex. os tais 2 anos) de qualquer subsídio ou comparticipação estatal, que não aquelas devidas pelo facto de serem trabalhadores inscritos na Segurança Social (como acesso ao SNS, subsídios por doença e desemprego).

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