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Marcelo, Miguel, o BES e nós

por João Miguel Tavares, em 01.07.14

Hoje escrevo no Público sobre a importância de comentadores como Marcelo fazerem a sua declaração de interesses no caso BES. Para ler aqui.

 

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1 comentário

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De Carlos Duarte a 02.07.2014 às 10:39

Caro João,

Não ficava pior ao MRS fazer uma declaração de interesses, mas não a considero essencial. Ele é comentador e não jornalista. Por outro lado acho francamente preocupante - apesar de não surpreendente - que um caso como o do BES tenha seguido caminho anos e anos a fio e a imprensa nada disse. De duas uma: ou os nossos jornalistas são francamente incompententes (que não creio) ou a influência da família Espírito Santos (e outras há) é de tal forma que se trata de assunto intocável.

Há ainda pouco tempo - acho que por uma questão de aniversário - se discutiu o tempo d'"O Independente". Com algumas meas culpas de Paulo Portas por algumas notícias mais infundadas. Mas a verdade é que, para quem se recorda, foi uma pedrada no charco. Bem ou mal, O Independente arejou a política nacional e expôs redes de interesses e os pecadilhos associados às mesmas. Hoje em dia, sem "O Independente" e sem substituto caímos de novo no marasmo. Os jornais limitam-se a relatar as noticias "du jour", já devidamente processadas por uam agência noticiosa ou copiada do site de um concorrente, sem na realdidade fazerem o seu papel: informar, descobrir, relatar.

Portanto, e regressando ao início do post, MRS (ou MST) são o menos. O mau é o nosso jornalismo.

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