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John Maynard Galamba

por João Miguel Tavares, em 01.04.14

Hoje, no Público, dou a prometida resposta a João Galamba, e penitencio-me por nunca antes ter compreendido o keynogalambismo. Para ler aqui.

 

 

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10 comentários

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De Andre Lemos a 05.04.2014 às 21:06

Outra vez?Remeto para o comentário anterior a aguardar ulterior aprovação.Posso repetir "ior" novamente?

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De Andre Lemos a 05.04.2014 às 21:03

"o problema da nossa dívida não é o facto de ser elevada, mas o facto de não a conseguirmos pagar. Brilhante".Brilhante parece-me ser, ironizar com esse raciocínio sem (aparentemente) conseguir distinguir que de facto existe uma enorme diferença entre uma coisa e outra.
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De CesarLopes21 a 05.04.2014 às 00:39

Hoje vais com sorte JMT. Dois comentários no teu Blogue... hein... diz lá quem é migo? Bem, quanto ao Galamba, não digo muito mais, de facto eles quando estão no poder são de uma cor, quando estão na oposição são de outra. Os políticos do PS e PSD sempre foram assim, salvo um ou outro que lá vão tendo o mesmo discurso. Mas como vês, é isto, política. Não entendo é como perdes tempo a escrever tanto sobre os teus inimigos. Mas eu sei a que se chama isso: "Coragem Selectiva". Mas descansa, não estás só. Tens José Rodrigues dos Santos (RTP), Mário Crespo (Ex-SIC), Miguel Sousa Tavares (SIC???), José Gomes Ferreira (SIC - este é manifestamente um corajoso selectivo). Victor Gonçalves (RTP). E Perguntas tu: O que é um "Corajoso Selectivo"?
Pegando no exemplo de José Rodrigues dos Santos, e a "entrevista" a José Sócrates. O problema não foram as perguntas, porque aí foram muito bem acertadas e com muita coragem de serem feitas ao ex-PM. O problema é que vocês só têm coragem de as fazer seletivamente, poupando outros também eles responsáveis desta crise. E olha para o resultado de Crespo... agora acho que nem com a T-Shirt laranja deve querer dormir!!!
Para acabar: que entendes tu de economia, para falar tão moralmente dos erros dos outros? Não entendo!
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De LP a 01.04.2014 às 18:36

Porque se perde tempo com o Galamba?
Não era nascido no tempo de Gil Vicente, caso contrário parece-me que teríamos no Auto da Barca do Inferno o Galamba, o parvo.
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De André a 02.04.2014 às 11:54

ahahaha
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De LA-C a 01.04.2014 às 16:47

"1) pedimos dinheiro, porque precisamos de nos endividar; 2) não pagamos esse dinheiro, porque nos endividámos; 3) protestamos, por não nos deixarem endividar mais. Vale a pena dar a palavra ao autor, que explica isto admiravelmente: 'O problema da nossa dívida não é o facto de ser elevada, mas sim o facto de que, no contexto do Tratado Orçamental, e quando pagamos cerca de 4,5% do PIB em juros, a única maneira de cumprir as nossas obrigações europeias sem voltar a cortar salários, pensões, Saúde, Educação e investimento público é reestruturar a dívida.' Ou seja, o problema da nossa dívida não é o facto de ser elevada, mas o facto de não a conseguirmos pagar. Brilhante."

É isto.
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De André a 01.04.2014 às 14:33

Excelente resposta!!

Acho que agora já chega de dar tempo de antena ao Sr gambinha!
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De João Titta Maurício a 01.04.2014 às 11:09

Acresce que é "pena" que Keynes não haja dito a maioria das coisas que lhe atribuem (não obstante os elementos pró-welfare State, Keynes estava longe de defender o descontrolado e tirânico político - com as conhecidas consequências sociais, financeiras e na Liberdade - em que este se tornou)... que se esqueçam de outras bem importantes que ele, de facto, disse (nomeadamente o carácter transitório de uma intervenção do Estado, que defendeu ser tão indispensável quanto excepcional e pontual)... e, principalmente, quando, à revelia de tudo o que já foi demonstrado pela moderna e ideologicamente desempoeirada historiografia, se persiste pretender que os "Anos Dourados" são consequência de Keynes e do "New Deal" e não apenas normais consequências de uma economia de guerra do lado vencedor.
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De António Maria a 01.04.2014 às 10:55

Já comentei, mas fica aqui também.

Mas que grande resposta o JMT dá hoje ao senhor Galamba.
Eu se fosse ele metia a viola no saco, arrancava o brinco da orelha e calava-me para todo o sempre, mas desconfio que vai responder, nem que seja para mostrar que está vivo.
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De Andre Lemos a 19.04.2014 às 22:23

Julgo nao ser um brinco outrossim um piercing.De todo modo economia nao e o meu forte.

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