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Eternamente Relvas

por João Miguel Tavares, em 15.04.14

Hoje, no Público, não me consegui conter e escrevi novamente sobre Miguel Relvas. Para saber porquê, é ir aqui.

 

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2 comentários

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De Carlos Duarte a 16.04.2014 às 15:50

Caro JMT,

Sinceramente não percebo como não percebeu o que PPC fez ao colocar Miguel Relvas no Conselho Nacional do PSD. Só quem andava distraído ou nunca leu uma linha do curriculum do nosso PM é que não percebia que PPC chegou onde chegou fruto de muito trabalho por parte de Relvas.

Não gosto do personagem (tanto de MR como de PPC, mas estou a falar do primeiro) e acho triste (apesar de uma coisa menor e apenas um ataque de "parolada") a história da Lusófona, mas tenho de admitir que MR é bom no que faz (criar e gerir uma rede de contactos - o "lobbying" à Americana). Não gosto, acho um rebaixamento da política, mas os bons políticos neste país (com honrosas excepções que sempre existem) já foram: o que temos agora é uma chusma de pessoas que são boas em "relações públicas", manter e criar contactos e, com base nestes, entrar no negócio da dispensa e pagamento de favores. Ideias, pensamento, da governo da polis, nada.

Uma nota (para não estar a escrever outro comentário) ao meu co-comentador de post: José Socrates (outra das personagens que me causa azia) é, de facto, engenheiro. Engenheiro Técnico, com curso tirado em Coimbra. O problema das obras na Covilhã não era o poder ou não assinar projectos (podia perfeitamente), mas antes o "esquema" de cruzar assinaturas com um engenheiro de um município vizinho (visto não poder ser funcionário da Câmara e assinar projectos na mesma).
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De Malmeida a 15.04.2014 às 17:38

Talvez melhor artista e sem pudor nem vergonha na cara seja mesmo José Sócrates, que até tem, imagine-se um programa na TV do contribuinte, para continuar a dizer as mentiras e pintar o quadro como ele acha que deve ser visto.
De repente andam tantos indignados com o Relvas, como se em cada partido não houvesse um Relvas.
Acontece é que , voltanto ao artista nº 1 português , o mais grave é que foi PM durante 6 anos.
O JMT por acaso criticou-o e até sofreu as consequências de o ter feito. Agora a opinião publicada generalizada é que o monstro foi Relvas, imagine.-se que até ludibriou a forma como se licenciou. De repente parece que se apagou das memórias da opinão publicada o curriculum do "inginheiro" que não era "inginheiro" e até assinava como tal, as obras do "inginheiro" à laia de construtor civil da parolagem, o mistério freeport e a demssão de MMG e o fim da jornal da noite da TVI (o tal telejornal travestido), o mistério face oculta com ilustres figuras do PS de mãos dadas com um ilustre sucateiro que fizeram negociatas com empresas do estado, o célebre caso Figo /Taguspark/campanha PS, o célebre caso Rui PEdro Soares e a providência cautelar para evitar a publicação da edição do SOL "O Polvo". Enfim, parece que a nossa classe jornalistica, arranjou um substituto, o Relvas, para apagar os gravíssimos casos que se passaram no governo anterior tutelado pela criatura feroz.
Relvas, servirá sempre como tentativa para apagar o que foram 6 anos de regime socrático. Relvas servirá sempre para apagar a vergonhosa entrevista ao Expresso da criatura feroz que até insultou ministros de outros países. Enfim, o jornalismo e os nossos comentadores em Portugal têm que se lhe digam. Não falo do JMT, mas aproveito para dizer que o Relvas e os seus casos dão muito jeito.

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