Saltar para: Post [1], Comentários [2], Pesquisa e Arquivos [3]


A nova Brigada do Reumático

por João Miguel Tavares, em 11.11.14

No Público de hoje, escrevo sobre a nova Brigada do Reumático, que anda a desancar em Passos Coelho não por causa dos pobres, mas por a crise ter chegado, pela primeira vez, também aos ricos. Para ler aqui.

IMG_0004.jpg

 

Autoria e outros dados (tags, etc)


4 comentários

Sem imagem de perfil

De Manuel Santos a 14.11.2014 às 23:31

Num artigo escrito para para o PUBLICO, e para dar uma de "democrata de antes do 25 de Abril", Bagão Felix escreve que até votou na Oposição Democrática em 1969 e em 1973.
Em 1973, não votou, de certeza, pois a Oposição Democrática acabou por não concorrer ao "acto eleitoral"" realizado no Outono desse ano.
Em 1969, não sei se poderá ter votado. Duvido muito. Depende, antes de mais, da data do seu aniversário, pois não sei se no primeiro trimestre já teria 21 anos. O chamado recenseamento eleitoral foi feito nesse trimestre, e nesses tempos só podia recensear-se e votar quem tivesse mais de 21 anos.
Era interessante o PUBLICO conferir este pequeno pormenor.
Imagem de perfil

De cristof a 12.11.2014 às 20:17

Aconselho a não ir almoçar ao Gambrnus nestes próximos tempo se não quer ser fuzilado (com o olhar espero). Excelente dentada.
Sem imagem de perfil

De Costa a 12.11.2014 às 17:18

Admitamos que estará tudo muito bem, no seu texto. Mas uma coisa é certa (foi já apontada pelo comentador anterior): não há, sem fixação administrativa dos preços (não discuto agora os méritos e deméritos de tal opção, constato apenas factos) dos combustíveis, qualquer especial ousadia, patriotismo, defesa de interesses nacionais, o que seja de louvável no "taxar as gasolineiras" que refere. Nem creio que V., que me habituei a ler e escutar com atenção e gosto, seja ingénuo ao ponto de perfilhar isso que escreveu. É o consumidor quem é taxado e em bem mais vasto âmbito do que o de que quem conduza um automóvel próprio.

Como muito bem saberá, o consumo de combustíveis, tendo fatalmente alguma, tem comparativamente bem pouca elasticidade de procura. Portanto as gasolineiras irão paulatinamente repercutir o que os estado lhes imponha, no preço de venda ao público. É simples e nem as gasolineiras perdem nem os estado perde. Este, pelo contrário, saca ainda mais dinheiro, sob o para lá de demagógico argumento verde ou outro qualquer, que é o que lhe interessa. E com esse dinheiro, quem sabe, ainda pagará uma rendazita ou outra, dessas absurdas, a pretexto da energia e que continuam largamente intocadas.

E não é o automobilista - essa espécie de figura demoníaca usada e abusada pelo estado e por um povo estúpido e bruto, ansiando por nivelar por baixo - quem paga, somos todos. Pagaremos em tudo aquilo cujos custos tenham uma parcela decorrente dos combustíveis. Ou seja, em praticamente tudo.

Veiga, Júdice, Amaral não terão em mente, no que dizem ou escrevem, os mesmo incómodos que terá o comum mortal. Será bem certo, isso. Os do governo - este ou outro, da outra cor, não nos iludamos - têm em mente o seu futuro e o dos seus. Futuro que passa largamente, pelos escritórios, empresas e influências, de Veiga, de Júdice ou de Amaral.

E nós, não se iluda, não contamos por aí além nesses cálculos.

Costa
Sem imagem de perfil

De Carlos Duarte a 11.11.2014 às 12:19

Caro João,

Desta vez discordo (não em absoluto, mas discordo), acima de tudo pelos casos levantados. Não discuto a existência de "brigadas do reumático", mas tirando o Júdice (que é um cata-vento, e estaria concerteza na frente do apoio a PPC caso este estivesse na mó de cima), os outros exemplos são maus:

- Não conheço Miguel Veiga por aí em diante, mas sei (por que o vi e partilhei a sua opção) que apoiou a candidatura de Rui Moreira à Câmara do Porto contra a escolha do PSD que recaíu em Luís Filipe Menezes. Acusar alguém que se colocou, contra o Partido e contra LFM, e que esteve a uma unha negra de ser expulso, de estar a "defender interesses" é um pouco estranho...

- Conheço (melhor) a posição de Mira Amaral em temas industriais e energéticos. E tem toda a razão. O actual ministro do Ambiente e Energia é um fanático, "criado" na escola do Eng. Carlos Pimenta, que não se importa de sacrificar a economia industrial do país em nome de pseudo-objectivos ecológicos. Escreve que ele "afrontou" o lobi das petrolíferas (onde? criando taxas? afrontou foi os automobilistas), mas a verdade é que o que este Ministro fez foi continuar uma política absolutamente ruinosa em termos energéticos de "aposta" em energias renováveis muito para além do que seria razoável, acabando todos nós por pagar os respectivos encargos em CMEC e "tarifas subsidiadas". A taxa do CO2 é interessante, mas só faz sentido se adoptada (pelo menos) a nível europeu e de forma uniforme (i.e. CO2 per capita). Mas, como sempre, vamos colocar o carro à frente dos bois e subsidiar involuntariamente a indústria de terceiros.

Comentar post




Pesquisar

  Pesquisar no Blog

Para ler o jornalista a falar da família



Arquivo

  1. 2014
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2013
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D




Favoritos