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Que teleponto era aquele?

por João Miguel Tavares, em 01.01.14

O que eu tenho a dizer sobre a mensagem ao país de Cavaco Silva é isto: enfiaram o teleponto por baixo da câmara e o Presidente da República passou a comunicação inteira a olhar para as minhas calças. Não me consegui concentrar, estava sempre a verificar se teria deixado a braguilha aberta, e agora vou ter de ir ler o texto para a internet. Para a próxima vez, exige-se mais profissionalismo.

 

 

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3 comentários

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De Links a 02.01.2014 às 17:35

O facto de ainda existir quem perca tempo com o que diz o pobrezinho Aníbal, dá-me logo um pouco menos de esperança em relação ao futuro dos portugueses. Mas a verdade é que de quem vota neste tipo de gentinha, ainda por cima duas vezes, não se pode esperar muito. Já não é uma questão de esquerda vs direita, nem de moderados vs extremistas, continuar a eleger gente do arco da troika da incompetência e falta de honestidade é uma questão de completa falta de bom senso. Querem um país diferente para melhor? Então mudem de partido e acima de tudo não sejam inúteis abstencionistas, pois fazer sempre a mesma coisa à espera de resultados diferentes já alguém bem mais inteligente qualificou de loucura.
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De Carlos Mourão a 02.01.2014 às 17:54

OK. Agradeço uma informação importantíssima.
Envie-me uma lista de políticos honestos e competentes para com o povo pois eu não conheço nenhum, desde a extrema esquerda à extrema direita.
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De José a 03.01.2014 às 11:38

Não sou da fação política do nome que vou referir (até sou do extremo oposto), mas no centro tem, por exemplo, Freitas do Amaral. Foi suficientemente conciso ao longo do tempo, ao ponto de que quando o PS virou ao centro ele ingressou num governo desse partido. Quanto a outros nomes, de pessoas honestas, tem por exemplo Pacheco Pereira (apesar de ser um intelectual, o que faz com que nunca fosse um bom governante) ou Jerónimo de Sousa (honesto, apesar de não parar para pensar no que diz). Em tempos o Sá Carneiro também foi honesto, mas mataram-no. Só não referi ninguém honesto no PS e foi propositadamente.

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