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Um caso de honestidade intectual

por João Miguel Tavares, em 30.12.13

Os textos que o Luís Aguiar-Conraria vai assinando intermitentemente no Público são um consolo para uma alma de direita como a minha, que raramente encontra à sua esquerda alguém com quem discutir com alguma racionalidade. O texto de balanço do ano que ele hoje assina no Público é óptimo, porque indepentemente de eu concordar com as suas opiniões, há uma permanente honestidade intelectual nos seus argumentos - uma característica que deveria ser a coisa mais banal deste mundo mas que, no entanto, é de uma confrangedora raridade neste triste rectângulo onde há mais demagogos do que eucaliptos. Essa honestidade intelectual vê-se em frases como esta:

 

Não é claro se o TC salvou o Governo das suas próprias políticas, ou se, pelo contrário, salvou a oposição do seu discurso, ao permitir-lhe construir uma narrativa da recuperação económica em torno do chumbo constitucional.

 

Eu e ele temos em comum a necessidade de mudar urgentemente a fotografia com que aparecemos no jornal, mas por detrás deste ar de quem acabou de ser apanhado numa operação stop

 

 

está uma das pessoas que neste momento mais vale a pena ler em Portugal. Não o percam de vista (apesar da foto).

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