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Vasco Pulido Valente 1974-1979

por João Miguel Tavares, em 09.12.13

 

A única coisa boa da minha última visita a Óbidos foi ter comprado na Ler Devagar uma colectânea de crónicas de Vasco Pulido Valente de 1979, O País das Maravilhas. Custou 20 euros, o que é carito, mas foram 20 euros bem empregues, só para ler pérolas como esta, logo no prefácio:

 

O Partido Socialista usou o Estado para se sustentar e para através dele criar e manter uma pequena-burguesia que se acha revolucionária e que é, pura e simplesmente, a raiz do fascismo possível. O Estado que hoje existe, com os seus 400 000 funcionários, as suas infinitas empresas, a sua Reforma Agrária, o seu domínio da banca, do ensino, da comunicação social, não será nunca uma fonte de igualdade. Com ele, teremos talvez a retórica socializante que historicamente o justifica. E teremos, com certeza, pela outra parte, a brutalidade necessária à alimentação e bem estar dos respectivos senhores.

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